"Todo o crédito pertence ao homem que está de fato na arena; cuja face está arruinada pela poeira e pelo suor e pelo sangue; aquele que luta com valentia; aquele que erra e tenta de novo e de novo; aquele que conhece o grande entusiasmo, a grande devoção e se consome em uma causa justa; aquele que ao menos conhece, ao fim, o triunfo de sua realização, e aquele que na pior das hipóteses, se falhar, ao menos falhará agindo excepcionalmente, de modo que seu lugar não seja nunca junto àquelas almas frias e tímidas que não conhecem nem vitória nem derrota."


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14 de mai de 2013

NOVO DESAFIO - AGORA SERÁ DE BIKE!



Estamos planejando um desafio diferente. Eu, minha esposa, meu cunhado e a esposa dele vamos fazer o Circuito Vale Europeu Catarinense, de Bike. Como só dispomos de alguns finais de semana livres, faremos o percurso todo em 3 ou 4 finais de semana.

O percurso é divido em 7 trechos: Timbó – Pomerode, Pomerode – Indaial, Indaial – Rodeio, Rodeio – Doutor Pedrinho, Doutor Pedrinho – Alto Cedros, Alto Cedros – Palmeiras e Palmeiras – Timbó.

No próximo sábado, se tudo der certo, faremos o trecho 1 e 2 do percurso.

O roteiro do “Cicloturismo – Circuito Vale Europeu Catarinense” foi planejado especialmente para ser percorrido de bicicleta. O trajeto foi elaborado de forma a fugir das estradas de asfalto, priorizando estradas de terra mais tranqüilas e belas.

O circuito tem um total de 300 Km com início e termino na cidade de Timbó/SC, a cerca de 30 Km de Blumenau.

A região onde passa o Circuito possui belíssimas paisagens e uma natureza bem preservada, com muitas áreas de Mata Atlântica ainda intocadas. Nas partes mais altas há também as imponentes araucárias, típicas do Sul do Brasil. A presença da água é um dos destaques deste roteiro, além de ser uma das áreas com maior concentração de nascentes do país, são inúmeras cachoeiras, rios e riachos pelo caminho.

Outro aspecto interessante do Circuito é a marca da cultura européia que se manifesta fortemente nos hábitos e tradições da população. A imigração, inicialmente alemã, seguida da italiana, é visível em muitos aspectos como a arquitetura, a gastronomia, a música e os esportes.

Durante as pedaladas, o cicloturista poderá, por exemplo, observar a arquitetura Enxaimel, proveniente do sul da Alemanha, provar vinhos e queijos produzidos com a tradição italiana e entrar em contato com o modo de vida simples e tranqüilo das pessoas do campo.

A tradição do ciclismo é também um dos traços da cultura local. Diariamente, famílias inteiras utilizam a bicicleta como meio de transporte. Por isso, o cicloturista é encarado com muita naturalidade e encontra uma ótima receptividade.

Além do Circuito a ser percorrido de bicicleta, a região possui diversas opções e infra estrutura turística para a prática de outros esportes de aventura, como rafting, rapel e caminhadas.

O Circuito pode ser dividido em parte alta e parte baixa. A parte baixa acompanha o vale dos rios, indo de Timbó até Rodeio. Possui subidas e decidas, é claro, mas retorna sempre a uma altitude pouco maior do que o nível do mar. Por estas características de relevo, pode ser feito por pessoas que possuam um condicionamento físico razoável e uma certa experiência com bicicleta.

Já na parte alta, o circuito sobe a serra em direção às represas, que ficam a cerca de 700m de altitude. É uma região um pouco mais isolada, onde a natureza está muito presente. São freqüentes os trechos em que a estradinha estreita se embrenha na mata e permite que o cicloturista fique muito próximo dos pássaros e outros pequenos animais. O relevo é mais acentuado e exige um bom preparo físico para enfrentar alguns desafios como os longos trechos de subida, e uma certa experiência em cicloturismo, uma vez que o roteiro cruza locais menos habitados.

Quem quiser dar uma olhada no link (www.circuitovaleeuropeu.com.br) e quem sabe se aventurar aqui em SC, digo de ante mão que vale muito a pena.

Assim, que eu for vencendo os trechos, vou relatar por aqui...

Um comentário:

Helena Clebsch Vidal disse...

Oi, Fábio.

Muito legal a iniciativa de vocês. 300k pelo vale europeu deve ser demais!!! Adoro bike e sempre uso a magrela como meio de transporte e em dias off de corrida.
Estou na torcida por vocês.
Abraço,
Helena
correndodebemcomavida.blogspot.com
@Correndodebem